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 Capítulo 16: A caminho do Duat - Continuação

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Sunao De Corvo
Cavaleiro de Prata
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 16: A caminho do Duat - Continuação   Seg Out 10, 2016 9:08 pm

O cavaleiro de virgem, em seu íntimo preferia abrir a porta de passagem fora e o Mais longe possível do Santuário.
Era inadmissível para se colocar a Deusa Atena em risco. Mas tratava-se de ordens diretas da deusa e não era de seu feitio contestá-las. Para alguém capaz de enxergar no Dharma não seria exatamente uma tarefa difícil abrir uma passagem para o Duarte tendo um artefato de extrermo poder em sua mão direita. A parte mais difícil seria agüentar o choque de mudança de ambiente para um do qual não estava habituado. O Cavaleiro então entoou um mantra mantendo sua voz Calma como sempre. O portal se abriu mostrando o portão dourado com uma espécie de relevo lembrando a coroa solar. Anya pode sentir um leve peso em suas mãos quando a deusa a soltou, por fim apontou a deusa Nike para direção do portal e deu seu Brado de batalha.
Com Athena a sua frente Os Cavaleiros se puseram em marcha. Estava levando consigo 13 cavaleiros ao todo, a percepção do cavaleiro de virgem percebeu que alguém de algum outro lugar os observava. O cosmo era como água parada e calma. Sentiu o cheiro do ar salgado em suas narinas ao mesmo tempo em que este Cosmo Não apresentava hostilidade alguma. A sua frente abriu-se um vasto desfiladeiro de pedras escuras de um lado e do outro. O chão apesar da textura sólida poderia se ouvir o som de água como se esta fosse sólida. O horizonte Apesar de permeando o céu negro mostrava uma coloração alaranjada como se o sol estivesse prestes a nascer a qualquer momento
Este local era como se fosse o submundo dos deuses esquecidos. E também morava daqueles considerados grandes existências. O cálculo mental da amazona de sagitário mostrava que os outros neterus - 10 no total já haviam sido eliminados, com isso sobre a área 18 da segunda geração, uma vez que conseguiram eliminar Anúbis - de forma preocupantemente fácil - Então sobrariam os perigosíssimos da primeira geração, considerado grandes existências: Osíris, Isis Seth, nephthys e Hórus e por fim o arquiteto de toda essa guerra segundo concluíram na última reunião....
As conjecturas da amazona foram interrompidas por um som. Todos puderam ouvir um pequeno estrondo seguido de um som seqüenciado. O Cavaleiro de virgem conhecia muito bem era o som de uma Corredeira d'água vindo em sua direção: e ele tinha certeza era uma corrente de água violento ao suficiente para varrer todos dali, da mesma forma que a percepção da amazona de gêmeos que estava calada até agora conseguiu ver um ponto de Cosmo muito distante, porém poderoso ou suficiente para desafia-los...



ordem de postagem:
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Fá de virgem
Luanny de gêmeos

Luna de áries (caso haja um milagre)
Cristella de cães de caça (caso aPareça)
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Anya de Sagitário
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 16: A caminho do Duat - Continuação   Qui Out 13, 2016 10:22 pm

Anya sentia o calor do cosmo de Athena em sua mão esquerda, e aquilo a deu confiança para desbravar o reino dos deuses esquecidos. Tudo o que eles haviam passado até então não fora mais do .que um aquecimento. Agora a batalha de verdade iria começar. Anya suspirou, olhando em volta, absorvendo as particularidades daquele lugar. A monotonia da paisagem, o cosmo que parecia parado no tempo, e o céu, aparentemente congelado num instante tão breve. Ela sentiu um arreio na espinha; "o nasce do sol". Seria aquilo um mal presságio para eles, que desafiavam o deus-sol?

Ela balançou a cabeça, afastando aqueles pensamentos. De nada adiantaria se preocupar com aquilo naquele instante. Primeiro, eles tinham que encontrar aquele deus atrevido.

E então, um som peculiar lhe chamou a atenção. Que brincadeira era aquela?!

-Fiquem o mais próximos possível uns dos outros! - ela comandou, assumindo o centro do grupo - Se eles estão pensando em nos "lavar daqui", é melhor que pensem duas vezes. - ela tocou o braço de Fan, pedindo por reforço - Eu vou tentar resolver o problema dessa água. Mas algo me diz que não é exatamente a nossa H2O inofensiva... Pode nos isolar do mundo?

Dito isso, ela ergueu a mão direita para cima, chamando por seu cosmo.

- Barreira Flamejante!! uma semi esfera de fogo se formaria rapidamente a partir do ponto acima de Anya, como se derretesse ao redor dos cavaleiros, até tocar o solo. A ideia da amazona era de evaporar aquela água, enquanto a impedia de atingir o grupo. Ela contaria com Fan para repelir o que quer que resistisse às elevadas temperaturas de suas chamas.

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Fá de Virgem
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 16: A caminho do Duat - Continuação   Sex Out 14, 2016 1:22 pm

*O Duat. O reino inferior e a morada dos deuses, segundo a mitologia egípcia. No mundo no qual viviam, onde os Deuses mitológicos tinham vida e forma, ele era uma forma real, existente, baseada em crença e mito, cheia de poder. As Pirâmides, A Esfinge, O Olho de Hórus, Os hieróglifos, Os Vasos Canópicos e até mesmo As Múmias, tudo isto colaborava para que os mitos egípicios não perdessem a força, dando provas reais de que os Deuses tinham existido e construído aquelas maravilhas. Que os Deuses do deserto tinham feito o povo estéril crescer e se tornar uma poderosa nação às Margens do Nilo.

Mas pelo longo tempo de afastamento da cultura egípicia do convívio humano e pelo mistério criado à sua volta, além dos poucos registros no arcabouço de teorias humanas e a ausência de registros da própria civilização que tivessem subsistido ao tempo, não haviam imagens formadas do Duat e portanto, era difícil para qualquer pessoa vislumbrar suas paragens ou compreendê-las, pois elas não estavam vívidas no imaginário como o Olimpo Helênico e nem como o Paraíso Cristão. Portanto, os cavaleiros viam imagens difusas e sem muito sentido, quase como se tudo pertencesse à uma única cor.

Mas não poderia se dizer o mesmo do Cavaleiro de Virgem.

Ao entrar pelas portas do Duat, sua visão, habituada a ver a linha de conduta e retidão de todos os seres vivos e até mesmo da natureza, tomou um súbito choque de mudança. Aquele lugar era coberto de vida e cores. Ele enxergava perfeitamente, melhor do que todos ali. Podia ver as belezas do Duat como se estivesse de olhos bem abertos.

Aquela era a região através da qual o deus-sol Ra viajava de oeste para leste durante a noite, e onde ele prendeu Apófis, a serpente do caos. Era também o lugar onde as almas das pessoas passavam após a morte para o julgamento, segundo o mito egípcio, embora esta não fosse toda a extensão da vida após a morte.

O céu era um misto de púrpura, rosa e furta cor, salpicado pelo azul em alguns pontos. As montanhas, cor de laranja, eram pedras regadas pelo brilho do corpo celeste que iluminava o desfiladeiro. Além disto, era possível ouvir o barulho do rio que passava caudaloso abaixo deles, com um cheiro de água doce e pura, ao qual era possível ouvir o rumorejo. Em seu vislumbre, Fá ajustou sua visão, compreendendo o Dharma do lugar e de todos os aliados, sendo banhado novamente pela sensação da presença de sua amada Deusa.

~

Fá avançou alguns passos, gentilmente recuando a Deusa para o meio da formação. Ela conseguiria sentir que ele desejava protegê-la, evitar que ela fosse alvo primário de ataques e poupar sua sagrada energia para o oponente digno de sua força. Ao terminar esta lida, ele voltou sua posição à frente dos cavaleiros, ao lado da Saintia.

Foi quando o rumorejo do rio caudaloso ficou mais forte. Súbito, água se precipitou para cima deles. Fá franziu seu cenho normalmente calmo.




Ele raciocinou sobre uma defesa, mas a amazona de Sagitário agiu rápido:

- Fiquem o mais próximos possível uns dos outros! *Ela comandou, assumindo o centro do grupo, ao lado da Deusa. * - Se eles estão pensando em nos "lavar daqui", é melhor que pensem duas vezes. *E então ela tocou o braço de Fá, pedindo por reforço.* - Eu vou tentar resolver o problema dessa água. Mas algo me diz que não é exatamente a nossa H2O inofensiva... Pode nos isolar do mundo?

*Para o Santo de Virgem, um pedido que visava proteger a Deusa e seus aliados não necessitava ser feito, mas mesmo assim, ele assentiu para Anya com um semblante calmo e controlado. Em seguida, ele ergueu sua mão espalmada, logo após a barreira de chamas ser criada e proferiu dois de seus mantras, com o rosário mala erguido a sua frente:

- Ōhm!



*Um grande brilho emanou de Fá e então, uma imagem de uma lótus começou a se formar. Então ele proferiu o segundo mantra: *

- Kahn!



*Uma esfera cobriu o grupo protegendo-os de qualquer ataque externo. A barreira se forma logo atrás da barreira de Anya e é mantida pela concentração do Santo de Virgem. E então, enquanto mantêm o cenho tranquilo, ele envia um pulso cósmico aos cavaleiros reunidos que integram a formação, com a seguinte mensagem: *

- Ele está acima de nós, em um dos desfiladeiros, concentrando seu cosmo há uma longa distância. Heike, Atria e Luanny, creio que saibam o que fazer.

*A defesa estava pronta. Agora, o inimigo iria conhecer a retaliação. A batalha começara.*
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