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 Hank Twao, O Lobo de Atena

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Hank Twao de Lobo
Cavaleiro de Bronze
Cavaleiro de Bronze


Mensagens : 1
Data de inscrição : 11/09/2015

MensagemAssunto: Hank Twao, O Lobo de Atena   Dom Jan 03, 2016 6:45 pm

Nome: Hank Twao Tala (Hank Machado do Lobo à Espreita)
Idade: 16 anos.
Local de Nascimento: Reserva de Mescalero, Novo México, Estados Unidos da América.
Afiliação: Kun Twao e Colibri.
Armadura:  Armadura de Lobo.
Título: O Índio, O Lobo, O Xamã, Caçador de Atena.
Mestre: Sunao Imawano.
Pupilos: Nenhum.
Local de Treinamento: Reserva de Mescalero e Monte Wuteve, República da Libéria.

Características Físicas: Hank possui os cabelos curtos e negros, lisos como os de praticamente todo o indígena, que ficam espetados e bagunçados sobre o crânio. Normalmente quando está sem as vestes sagradas de Athena, o rapaz os mantêm presos em um único pequeno rabo de cavalo lateral, para tirá-los de seus olhos. Estes são negros e estreitos, dando um ar de grande sabedoria ao garoto.

A pele do Cavaleiro de lobo é parda e queimada pelo sol, o que a deixa com uma aparência forte e uma compleição firme. Seu corpo é esguio e enxuto, mediano para os padrões de sua terra, talvez até franzino para alguns (Hank mede 1,72M), não tendo músculos demais, porém os poucos que têm são definidos e firmes, resultados de um extenso treinamento marcial e estilo de vida extrativista.

No geral, sem a vestimenta sagrada de Lobo, Hank tende a se vestir com vestes simples, Que normalmente consistem em uma camisa social branca ou azul, um leve terno de seda artesanal e sapatos sociais. A roupa pode parecer nobre ou chic para alguns padrões, mas é apenas uma roupa comum para um homem do campo na cidade grande.

Sempre no pescoço ou atado a um de seus braços, o índio carrega seu amuleto protetor feito de contas queimadas. Hank tem o cacoete de mexer neste o tempo todo.


Características Psicológicas: Seja pelo crescimento em uma reserva com poucas crianças, seja pelo grande fardo que foi imposto a ele de ser o futuro chefe da tribo, seja pelo extenso treinamento em terras hostis, Hank desenvolveu uma personalidade sábia e estável.

O Cavaleiro de Lobo normalmente apresenta um semblante tranquilo e ponderado, que se mostra assim pelo seu autocontrole imenso, atrelado a uma força de vontade ímpar, fruto de horas meditando e caminhando pelas terras da reserva. Sua relação com a natureza o torna um tanto pensativo e taciturno, o que faz apresentar um semblante triste e uma voz profunda quando se depara com as atrocidades do chamado “homem branco” para com a Terra, mas Hank não esconde um sorriso quando se depara com florestas preservadas, animais e crianças (sejam humanas ou filhotes de animais).
Em suma, alguém com um espírito jovem e inflamado, mas com olhos de alguém muito mais velho.


Aparência Cósmica: Hank não mostra muitas vezes uma postura combativa, mas quando o faz, costuma ser o bastante. Ao queimar seu cosmo, uma projeção energética esverdeada espirala o corpo de Hank, similar a chamas. Porém, no topo da dispersão, ao invés das línguas de fogo, o que se forma são desenhos tétricos de cabeças de lobo se retorcendo e mastigando o ar, ao mesmo tempo em que a manifestação de um grande lobo espiritual rodeia o corpo de Hank. A cabeça fica próxima da mão direita, abrindo e fechando a boca conforme o movimento dos dedos de Hank. Uma das patas fica posicionada acima do braço esquerdo do cavaleiro, com as garras retesadas. Visualmente, o lobo está à espreita, esperando para o bote. O cosmo de Hank é quente, porém de forma abafada, como o sol do Novo México. Porém, quando queima seu cosmo, um uivo penetrante se faz ser ouvido, o que causa arrepios e calafrios em todos os que ouvem. O cosmo de Hank causa uma sensação de conforto aos aliados, que se sentem aquecidos como que cobertos por peles e temor nos inimigos, pois os uivos saem a partir de Hank e coalham o ar a sua volta.

HABILIDADES


Habilidade I

Nome da Habilidade: Shamanic Journey (Viagem Xamânica)
Tipo: Ativa (Necessário estar em um lugar que seguramente possua canídeos)
Descrição: Hank se senta de pernas cruzadas e começa a meditar. Seus olhos então se tornam brancos e ele passa a compartilhar a consciência dos canídeos, partilhando sua visão e audição na área onde os mesmos se localizam. Hank é um aprendiz de xamã que se tornou cavaleiro, portanto possui uma forte ligação com a natureza. O Cavaleiro pode compartilhar com canídeos os sentidos de audição, visão e olfato simultaneamente. Para tanto, ele precisa estar imóvel e totalmente concentrado e se for atacado, o efeito cessa.


HISTÓRIA

- Corra, Hank! Você está me ouvindo? Corra!

Era o apelo de Colibri ao seu filho de seis anos, Hank. Ao fundo, era possível ouvir sons de gritos, disparos de armas de fogo e barulho de mata sendo partida com violência.

Sem saber o que fazer, Hank olhou confuso para Colibri e disse:

- Mãe... Eu não vou abandonar você! Não vou deixar você para trás!

- Confie na sua mãe, Hank! – Disse ela, tocando a testa dele com a sua. Enquanto isso, seu pai havia ido em direção ao barulho e desaparecera na mata. – Saia daqui, por favor. Os espíritos vão manter você seguro – Colibri colocou no pescoço do filho um colar de contas queimadas que usava e encostou novamente a testa dele com a sua. – Agora vá!

Hank partiu e correu. Não entendera muito bem o porquê de estar fugindo, mas obedeceu a mãe. Chorando, ele correu, fugindo do conflito.

Aquele era um momento difícil. Era época de especulação imobiliária e empreiteiros interessados na reserva indígena de Mescalero, onde a família de Hank e muitas outras haviam se estabelecido, haviam contratado mercenários para um ataque contra a reserva. A guarda florestal ainda não havia chegado para impedir e o parco terreno de florestas estava comprometido.

O jovem Hank vivia na reserva desde seu nascimento. E desde muito jovem, ouvia o nome “empreiteiros” como se fosse um sinal de mau agouro. Ele não entendia muito bem o que significava, mas sabia que era um nome a evitar. Ele sabia que eram homens maus, com efeito, que eram “homens brancos” maus, mas não entendia por que eles queriam destruir seu povo. O jovem não entendia por que sua tribo vivia com medo deste nome, ou mesmo por que eles sempre tinham que se manter precavidos contra eles. Mas ainda sim, mesmo quando o evento aconteceu, Hank ainda não entendia o que efetivamente acontecera.

Hank fugiu até encontrar os muros da reserva, as cercas que separavam a floresta da estrada. Guiava-se pelo cheiro das árvores, que ficavam mudando, pelos sons dos animais em fuga e fugia como um deles. Ele nunca tinha visto aquilo, aquela cerca, aquela coisa esquisita. Hank era uma das poucas crianças da vila, e nenhuma delas tinha a mesma idade dele. Assim sendo, nunca tinha ouvido falar do mundo exterior. Mas, assustado como estava tudo o que pode fazer foi cruzar a cerca e correr para a estrada.

Foi achado dois dias depois da fuga, encolhido próximo de uma árvore à beira da estrada por um guarda florestal. O homem o levou de volta a reserva, mas Hank estava mudo. Relutou um pouco para entrar no jipe do guarda, mas depois entrou e seguiu em silêncio até a reserva. Uma vez lá, o guarda o guiou até a tribo, onde foram recebidos pelo xamã. Hank ficou sentado na tenda do velho índio sem dizer nada, até o guarda florestal ir embora.

O xamã se aproximou dele e então Hank disse:

- O que aconteceu aqui?

O xamã suspirou e disse:

- O homem branco. Eles acham que são donos da Terra e que podem fazer o que querem. Mas a Terra é de todos.

- Meus pais estão bem? – Disse Hank, mas já sabendo da resposta.

O Xamã não respondeu, mas levou Hank até uma pilha de pedras e indicou a ele, dizendo:

- Eles estão com o Grande Espírito, Twao Tala.

O jovem índio fez uma prece para seus pais, não retendo as lágrimas que escorriam. Caiu prostrado diante das pedras e começou a chorar. Ficou ali até se cansar. Então, o xamã pôs a mão em seu ombro e disse:

- O Grande Espírito tirou meu filho há três luas. E o Grande Espírito tirou seus pais há três luas. Mas hoje, vejo que o Grande Espírito lhe deu um pai e deu a mim um filho. Vamos entrar e comer, Twao Tala. Eu tenho muito que ensinar a você, jovem filho de Twao.

O xamã adotou Hank e começou a lhe ensinar os ofícios, as artes, as habilidades de xamã. Ninguém da tribo entendeu o porquê o velho índio tinha escolhido Hank, mas a explicação dele ao menino lhe bastara. Hank aprendeu sobre as artes xamânicas durante quatro anos. Não sabia, mas já estava engatinhando nos passos do controle de cosmo.

Foi quando começou a ver corvos.

Em uma noite, Hank acordou com um corvo grasnando na entrada de sua tenda. O animal era muito maior que os outros que ele havia visto, quase do tamanho de um abutre.

Para os apaches, o corvo tem significados muito fortes. O corvo vive no vazio e não tem noção do tempo. Os antigos chefes contam que o corvo enxerga simultaneamente os três destinos: passado, presente e futuro. O corvo imerge em luz e sombra, enxergando ambas as realidades internas e externas. Hank sabia que se o corvo aparece nas suas visões, você veria as leis do Grande Espírito em relação às leis da humanidade. Ele estaria pronto para se tornar um xamã?

Foi quando o corvo grasnou pela segunda vez e saiu da tenda. Mesmerizado o garoto índio o seguiu, para encontrar um homem sentado à sombra de uma árvore. Mesmo à distância e sob a sombra, mesmo com a luz mortiça da noite, mesmo na penumbra, Hank notou que o homem era extremamente pálido. Este ergueu o braço e o corvo gigante pousou nele, como que pousando em um galho. Atraído ainda pelo animal, Hank se aproximou e ouviu um ruído vindo da árvore. Voltou seus olhos para cima, buscando a origem do som, e então viu milhares de olhos vermelhos e bicos afoitos olhando para baixo, para ele. O homem apenas indicou para que ele se sentasse. E como que encantado por aqueles corvos e aquela figura, Hank o fez.

Ao olhar para o estranho mais atentamente, Hank notou que seus olhos eram baços e vermelhos como o das aves que o seguiam e seus cabelos escuros como as penas. Ele trajava um manto, roto e esfarrapado, que colaborava para a ideia de penas em seus ombros. Hank permaneceu em silêncio, até que, com uma voz profunda o estranho disse:

- O garoto tem potencial. E o homem vê um forte senso de justiça dentro de você. O homem pode lhe ensinar como usar isto para proteger as pessoas que ama. E para proteger toda a Terra. O garoto quer aprender?

Hank ficou perplexo, mas aceitou a proposta. Ainda queria justiça pelo que ocorrera com seus pais. E, além disso, entender o porquê aquele estranho o havia procurado. Aquele que se apresentara como “O homem” disse que voltaria na noite seguinte e disse para Hank espera-lo. E sem aviso, a revoada de corvos cobriu as vistas de Hank e quando as penas se foram, o homem não estava mais lá.

Hank voltou na noite seguinte, e o homem estava lá. E logo começou a treinar o jovem índio. Explicou diversas coisas, mas principalmente sobre o cosmo, e que ele era uma ferramenta. Ferramenta essa que Hank poderia utilizar para conseguir o que desejasse. Lentamente, noite após noite, o rapaz foi aprendendo a utilizar o cosmo, suas nuanças e suas características, e começou a percebeu que seu treinamento xamânico tinha ligação com o treino em cosmo. Ao questionar o seu mestre, ele disse:

- Os humanos dão diversos nomes à energia que circula tudo. Alguns chamam de chi. Outros de energia espiritual. Outros ainda chamam de chakras. Mas basicamente o que estou lhe ensinando é o domínio sobre os átomos. O Átomo é uma unidade básica da matéria, ou seja, de tudo o que as coisas são feitas. Ele é minúsculo, muito menor que um grão de areia e consiste num núcleo central de carga elétrica positiva, envolto por nuvens de elétrons de carga negativa. O núcleo atômico é composto por prótons e nêutrons. Da mesma forma, um grupo de átomos pode estar ligado entre si através de ligações químicas baseadas na mesma força, formando uma molécula. E as moléculas foram toda a matéria. As árvores, pedras, plantas, pessoas e até mesmo... – Neste momento, ele fez uma pausa e olhou para cima. – As estrelas. O Homem está ensinando o garoto a dominar a força que pode destruir até mesmo os átomos.

Hank ouviu em silêncio, lembrando-se das lições que ouvira na escola da reserva e do próprio homem. Foi quando o homem se levantou. Ele tocou uma pedra com a ponta dos dedos e esta se fez em pó. Novamente ele se sentou e prosseguiu:

- Da mesma forma, com esta força o garoto poderá fazer qualquer coisa. Porém, existe algo que contém seu poder. Algo que o direciona, o aplica, o torna um com seu espírito. O torna um com seu cosmo. Uma sagrada armadura.

- E qual é a sua armadura, mestre? – Perguntou o jovem maravilhado.

- Esta é uma honraria que o Homem não pode revelar. Mas o garoto for dedicado em seu treino, será digno de ter a sua.

Depois deste dia e desta explicação, o jovem índio e pretenso xamã continuou seu treinamento.

Dia após dia, seu controle de cosmo aumentou e sua força também. O homem o ensinou a permear seus sentidos com o cosmo. Hank aprendeu a enviar seu cosmo para o nariz e para os ouvidos, ampliando assim sua audição e olfato como os de um lobo. Estes sentidos ficaram muito mais aguçados do que os de um humano comum no xamã, fazendo com que ele pudesse sentir cheiros e ouvir sons indistinguíveis para seres humanos. Hank aprendeu também e a fazer os animais se curvarem à sua vontade e partilharem sua consciência, de forma similar ao Homem com os corvos. Mas por algum motivo, Hank tinha só conseguia fazer com que lobos o obedecessem. Foi assim com Keeva. Wendigo Keeva (Keeva, o Espírito canibal do Inverno) foi um filhote de lobo que Hank encontrou e como parte do treino, aprendeu a adestrá-lo e desenvolveu um treinamento em conjunto com o lobo. Keeva aprendeu inclusive a lutar junto com Hank. Keeva então compartilhou um pouco do cosmo com o lobo enquanto o adestrava, o que lhe deu algumas habilidades acima da média para lobos comuns. Com algum tempo de aprendizado e mais algumas lições do Homem e com seu vínculo com Keeva crescendo cada vez mais, Hank percebeu que estava muito mais poderoso. Partia rochas com os punhos, corria mais rápido que qualquer coisa que já tivesse visto e conseguia farejar a longas distâncias, como um lobo. Seu vínculo com estes animais ficara maior e mais intenso, e foi então que o Homem percebeu que estava na hora de disputar uma Sagrada Armadura.

Foi a primeira vez que o Homem falou de Atena e o futuro Cavaleiro ficou plenamente interessado nela. Uma entidade que protegia toda a Terra e que andava entre os homens. Sim, ele queria conhecê-la e ajudá-la. Para que ninguém mais, nem mesmo o Homem Branco sofresse com as maldades do próprio Homem Branco.

O Homem o levou à Libéria, mas no caminho Hank visitou a França com ele, onde O Homem tinha uma tarefa. Lá, enquanto o Homem realizava seu trabalho, fosse ele qual fosse, o índio conheceu uma menina chamada Cecile, a qual ofereceu um pouco do pão de fécula que comia. Eles trocaram poucas palavras e logo Hank partiu, mas deixou seu pão com ela. Eles jamais voltaram à França e Hank nunca entendeu o porquê, talvez fosse por que estava treinando, ou talvez seja por que tivesse achado a beleza daquela menina diferente, mas o pretenso cavaleiro de lobo na época gravou o cheiro da menina em sua mente. Keeva também não se alterou com o cheiro dela, ficando dócil pela primeira vez na presença de alguém que não fosse O Homem.

Chegaram então as Colinas Bomi e lá, depois de uma extensa escalada, passou o resto do tempo treinando suas habilidades e técnicas. Estas ele desenvolveu sozinho, com um pouco de ajuda do Homem, mas ainda sim sozinho.

Então, um dia, o Homem levou Hank ao lugar onde uma urna com um ideograma de um lobo na lateral se erguia majestosa. Mais rápido do que os olhos de Hank podiam ver, o Homem se tornou um borrão e agarrou uma correia pendente do lateral da urna e a ergueu em seu ombro. E disse:

- Para merecer esta armadura, o garoto terá que encontrar o Homem. E então, o Homem poderá chamar o garoto de Cavaleiro.

E novamente ele sumiu.

Não foi fácil. Debaixo de chuvas tropicais pesadas, aguentando o frio penetrante da selva, o calor escaldante dos dias de sol, Hank e Keeva caçaram. Já não era mais um jovem índio com medo. Já não era mais uma criança assustada. Tinha idade para encontrar aquele Homem, o Homem. E idade para salvar o mundo. Para proteger a Terra.

E então depois de dois anos caçando, sem jamais desistir, Hank parou. E então, ergueu o braço se voltando e golpeando uma grande árvore. Seu punho colidiu com uma capa negra, que esvoaçou e se despedaçou, mas o Homem, aquele que havia levado à armadura, não se mexeu. Pelo contrário, ele ergueu suas mãos e com os dedos curvados em forma de garra, se preparou para golpear Hank. Keeva rosnou e Hank fechou os olhos. E sentiu os dedos do Homem encostando-se a seu peito. Que estava coberto por uma placa verde metálica. O Homem esboçou um breve sorriso e disse:

- Parabéns. O Garoto agora é um Cavaleiro.

Hank mal pode acreditar. Mas a armadura de lobo o protegera do golpe e agora revestia seu corpo. Ele sentiu seu cosmo arder e seu corpo aquecido por ele. E ele sabia. Ele era o mais fiel dos guias animais, o símbolo do professor da tribo. Ele era aquele que encorajava o mundo a enfrentar novas ideias e projetos. Ele era um explorador de rotas, precursor de novas ideias, aquele que voltaria para a tribo para ensinar e compartilhar a medicina. Ele era o de senso mais aguçado e o maior aliado da lua. Ele era o lobo.

Depois disto, as coisas aconteceram rapidamente. Quando Hank se deu conta, ele e o Homem estavam em Rodorio, de frente para a vila onde tudo começaria. O Homem então se virou para ele e disse:

- É aqui que sua jornada começa. Está na hora do Homem se despedir e do Cavaleiro começar seu trabalho.

Hank queria agradecê-lo, abraçá-lo e fazer um milhão de perguntas, mas só uma veio a sua mente:

- O mestre nunca me disse seu nome.

- O Homem não tem nomes. Mas pode chamar O Homem pelo companheiro dele.

Hank suspirou e disse:

- Muito obrigado, Mestre Corvo.

O Homem curvou-se e como uma sombra, virou suas costas. Hank puxou as alças de sua armadura, suspirou fundo e fazendo um afago em Keeva, entrou em Rodorio à passos firmes.

Hank descobriu quem era O Homem e o porquê dele tê-lo escolhido e treinado após chegar ao Santuário. Sunao de Corvo o treinou para que ele se tornasse um sagrado cavaleiro. Hank sonha em um dia encontrá-lo em batalha e agradecê-lo por tudo.



TÉCNICAS

Técnica I

Nome: Alpha Deadly Claws (Garras Mortais do Alfa)
Tipo: Ofensiva
Descrição: Hank concentra o Cosmo em seus punhos e propulsiona seu cosmo para a frente em um movimento de arranhão, que faz o ar em sua volta se unir ao golpe assumindo a forma de prismas verdes. Por conta do cosmo do cavaleiro, esses prismas de ar vão ficando afiados como presas e garras de um lobo. Hank pode disparar o ataque pura e simplesmente em direção ao inimigo ou pode aplicar os prismas de ar enquanto está golpeando o inimigo com para causar mais dano.
O efeito da técnica é o de uma chuva de cortes no corpo do oponente, que podem derrubá-lo devido o ar que carregam, ou simplesmente rasgá-lo se acertarem. Além disso, existem os próprios golpes de Hank, que podem atingir o oponente juntamente com os prismas de energia que ele cria.


Técnica II

Nome: Child of Lycan (Filho de Lycan)
Tipo: Ofensiva
Descrição Visual: Essa é a técnica mais poderosa de Hank. Recobrindo seus punhos com seu cosmo e condensando as partículas de ar em forma de prismas (como nas Garras Mortais do Alfa) Hank se projeta em direção ao oponente em uma investida. A figura de um lobo esverdeado gigante acompanha seu punho, enquanto um uivo se faz ouvir até o momento do golpe. O animal feito de cosmo investe com a boca aberta e as presas à mostra e quando Hank golpeia, o lobo morde e finaliza sua presa.
Assim como as Garras Mortais do Alfa, Hank cria cristais de ar em torno de seus punhos, mas ao contrário dela essa técnica altera a pressão em torno de seus braços, fazendo com que o golpe seja muito mais penetrante, tenha efeito sônico (e todos os efeitos agregados) e o impacto seja muito maior. O efeito é similar a um cometa de energia, que derruba e estraçalha tudo aquilo em que tocar, até que o impulso da investida acabe ou até que Hank pare.
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